{"id":993,"date":"2017-01-16T13:00:11","date_gmt":"2017-01-16T13:00:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.nunomarinho.com\/?p=993"},"modified":"2025-11-18T10:40:57","modified_gmt":"2025-11-18T10:40:57","slug":"pat-metheny","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.nunomarinho.com\/pt\/pat-metheny\/","title":{"rendered":"Pat Metheny: Parte I"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pat Metheny: Vida e Obra (Parte I)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O vasto e diversificado corpo de trabalho de Pat Metheny demonstra uma capacidade excecional para criar e adaptar-se a m\u00faltiplos contextos, tanto na composi\u00e7\u00e3o como na execu\u00e7\u00e3o de guitarra. O seu esp\u00edrito pioneiro e a sua abordagem experimental fizeram dele um vision\u00e1rio. A articula\u00e7\u00e3o fluida e flex\u00edvel de Metheny \u00e9 combinada com sofistica\u00e7\u00e3o r\u00edtmica e uma est\u00e9tica harm\u00f3nica arrojada.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda hoje, Pat Metheny continua a ser um m\u00fasico que amplia o potencial sonoro dos seus instrumentos e redefine o g\u00e9nero atrav\u00e9s da inclus\u00e3o de novas tecnologias. Foi o primeiro no jazz a utilizar um sintetizador de guitarra e o Synclavier, o que o colocou na vanguarda da m\u00fasica eletr\u00f3nica. Desenvolveu tamb\u00e9m outros tipos de instrumentos, como a guitarra soprano e o \u201cPikasso\u201d (uma guitarra de 42 cordas), entre v\u00e1rios outros modelos de assinatura Ibanez PM-100.<\/p>\n\n\n\n<p>A sua versatilidade levou-o a atuar com m\u00fasicos de todos os quadrantes musicais - dentro e fora do jazz - e a apresentar a sua m\u00fasica nos mais variados contextos de atua\u00e7\u00e3o: a solo, duo, trio, quarteto, pequenos e grandes ensembles, desde o jazz ao rock, \u00e0 m\u00fasica latina ou mesmo \u00e0 m\u00fasica cl\u00e1ssica. Esta diversidade permitiu-lhe absorver um vasto leque de sonoridades musicais que se reflectem nas suas composi\u00e7\u00f5es, misturando elementos de todas estas influ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vida de tamanho brilhante<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 1975, lan\u00e7ou o seu primeiro \u00e1lbum, <em>Vida de tamanho brilhante<\/em>, com o prod\u00edgio do baixo el\u00e9trico Jaco Pastorius e o baterista Bob Moses, apresentando uma nova conce\u00e7\u00e3o do trio de guitarras de jazz.<\/p>\n\n\n\n<p>As composi\u00e7\u00f5es c\u00edclicas deste disco afastam-se das estruturas tradicionais do jazz de \u201cAABA\u201d ou \u201cAAB\u201d e s\u00e3o largamente desprovidas das habituais progress\u00f5es \u201cII-V-I\u201d. O ritmo harm\u00f3nico n\u00e3o segue o confinamento das frases de oito compassos, e as estruturas \u201cAB\u201d aparecem com formas irregulares ou mesmo como \u201cABCDE\u201d. Pe\u00e7as escritas em 4\/4 incluem compassos intercalados de 3\/4 (e vice-versa), e torna-se comum encontrar \u201cvamps\u201d ou sec\u00e7\u00f5es de solo com forma livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Metheny foi ainda mais longe ao explorar uma forma embrion\u00e1ria de jazz progressivo, incluindo v\u00e1rias sec\u00e7\u00f5es contrastantes dentro da mesma composi\u00e7\u00e3o que se repetem ciclicamente, criando espa\u00e7o e estrutura para a improvisa\u00e7\u00e3o. Em <em>Vida de tamanho brilhante<\/em> h\u00e1 uma clara procura de sonoridades jazz\u00edsticas menos convencionais: poucos acordes dominantes, uso frequente de tr\u00edades, slash chords, voicings abertos, escalas harm\u00f3nicas, saltos intervalares amplos e uso expressivo de slides e bends como dispositivos de articula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim foram lan\u00e7adas as bases para o conceito de Metheny de fus\u00e3o entre o jazz, o country (tamb\u00e9m conhecido como \u201cAmericana\u201d) e a m\u00fasica folk, bem como para a sua utiliza\u00e7\u00e3o de guitarras de 12 cordas e afina\u00e7\u00f5es alternativas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Grupo Pat Metheny<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A fus\u00e3o de estilos na obra de Metheny n\u00e3o se limitou ao country e ao folk. Os seus \u00e1lbuns posteriores revelam fortes influ\u00eancias da m\u00fasica brasileira (por exemplo, a faixa <em>Jack Solit\u00e1rio<\/em>), ao mesmo tempo que indiciava o embri\u00e3o do que viria a ser o Pat Metheny Group. Os \u00e1lbuns <em>Aguarelas<\/em> (1977) e <em>\u00c1lbum Branco<\/em> (1978) marca o in\u00edcio da sua parceria com o pianista e compositor Lyle Mays. Mays co-comp\u00f4s muitos dos temas do PMG e contribuiu com suas texturas e atmosferas distintas, ajudando a definir o som carater\u00edstico da banda.<\/p>\n\n\n\n<p>As influ\u00eancias do rock presentes em <em>\u00c1lbum Branco<\/em> tamb\u00e9m se fazem sentir em <em>Garagem americana<\/em> (1979), onde as express\u00f5es idiom\u00e1ticas desse estilo s\u00e3o exploradas sob a influ\u00eancia de Jaco Pastorius e Weather Report.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta variedade de cores foi em grande parte resultado da experimenta\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Metheny foi um dos primeiros a explorar o chorus natural (usando dois amplificadores ligeiramente desafinados) e o delay digital. Em pe\u00e7as como <em>Fase Dan\u00e7a<\/em> e <em>Sonho com o M\u00e9xico<\/em> introduziu a afina\u00e7\u00e3o Nashville e misturou frequentemente diferentes tipos de guitarras, por vezes na mesma faixa, para explorar a variedade t\u00edmbrica e texturas contrastantes. Em 1979, fez hist\u00f3ria ao introduzir o Synclavier e o sintetizador de guitarra na cena do jazz com o seu Roland GR-300 (como ouvido em <em>Vais comigo?<\/em> e <em>Can\u00e7\u00e3o para Bilbao<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Metheny referiu-se a <em>Vais comigo?<\/em> como uma das suas pe\u00e7as favoritas para tocar. \u00c9 constru\u00edda com base num aumento gradual de tens\u00e3o sobre dois acordes que partilham a mesma fun\u00e7\u00e3o tonal (t\u00f3nica). Esta sensa\u00e7\u00e3o de estase lenta e respirat\u00f3ria - impulsionada pelo solista e pelas vozes e texturas entrela\u00e7adas - serve de base a ideias mel\u00f3dicas desenvolvidas atrav\u00e9s da tens\u00e3o e liberta\u00e7\u00e3o, em di\u00e1logo com os v\u00e1rios timbres explorados. Esta abordagem musical seria mais tarde alargada em \u00e1lbuns-suites como <em>Dia imagin\u00e1rio<\/em> (1996) e <em>Este caminho para cima<\/em> (2005).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>M\u00fasica de cinema, pop e free jazz<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A versatilidade estil\u00edstica de Metheny j\u00e1 o tinha levado, em 1985, a compor a banda sonora do filme <em>O Falc\u00e3o e o boneco de neve<\/em> (protagonizado por Timothy Hutton e Sean Penn), que inclu\u00eda o single pop <em>Isto n\u00e3o \u00e9 a Am\u00e9rica<\/em>, com letras e vozes de David Bowie.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, em 1996, Metheny regressou \u00e0 m\u00fasica para cinema com o filme italiano <em>Passagem para o para\u00edso<\/em>, contando a hist\u00f3ria da lenda do cinema Julie Harris. Para al\u00e9m de compor, Pat gravou ele pr\u00f3prio todos os instrumentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ano ap\u00f3s a sua primeira incurs\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o de filmes e na pop, Metheny juntou-se a Ornette Coleman para gravar um dos \u00e1lbuns mais pouco convencionais da sua carreira, <em>Can\u00e7\u00e3o X<\/em>. Esta excurs\u00e3o pelo free jazz contou com a participa\u00e7\u00e3o de Charlie Haden, Jack DeJohnette e Denardo Coleman, e marcou-o como um artista verdadeiramente multifacetado e que transcende g\u00e9neros.<\/p>\n\n\n\n<p>A variedade de g\u00e9neros musicais e contextos de atua\u00e7\u00e3o foi acompanhada por uma vasta paleta de timbres. A d\u00e9cada em que Metheny tocou pop, free jazz e m\u00fasica de cinema foi tamb\u00e9m aquela em que se dedicou \u00e0s guitarras cl\u00e1ssicas e \u00e0s guitarras de cordas de nylon. Em colabora\u00e7\u00e3o com a luthier Linda Manzer, desenvolveu a guitarra soprano (afinada uma oitava acima, como se ouve em <em>Carta de casa<\/em>), a c\u00edtara-guitarra (<em>L\u00e1grimas de chuva<\/em> e <em>\u00daltimo comboio para casa<\/em>), e a espantosa guitarra \u201cPikasso\u201d (<em>No sonho<\/em>), um instrumento de 42 cordas que abrange quase toda a gama do piano.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A m\u00fasica<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 1987, o Pat Metheny Group lan\u00e7ou o seu trabalho de maior sucesso, <em>Natureza morta (Falar)<\/em>, que ganhou o Grammy de Melhor \u00c1lbum de Jazz. O disco consolidou a influ\u00eancia da m\u00fasica brasileira na sonoridade do PMG e introduziu uma complexidade in\u00e9dita de vozes, timbres e instrumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A faixa de abertura, <em>Minuano (Seis-oito)<\/em>, O \u00e1lbum \u201cA\u201d, de autoria do compositor, traz sonoridades misteriosas, fluidas e respir\u00e1veis, moldadas pelo viol\u00e3o de cordas de nylon, teclados, sintetizadores e percuss\u00e3o, entrela\u00e7adas com melodias vocais que exploram din\u00e2micas, profundidade e alcance tonal. A impress\u00e3o \u00e9 de um movimento cont\u00ednuo e de uma evolu\u00e7\u00e3o mel\u00f3dica, enriquecida por um panorama de texturas r\u00edtmicas e contrastantes que acrescentam corpo e volume. Aqui, conceitos de jazz fusion, m\u00fasica brasileira, jazz progressivo e at\u00e9 mesmo o que mais tarde seria conhecido como \u201cworld music\u201d se fundem num s\u00f3. A extens\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o e a diversidade seccional - \u201cABCDEFGH\u201d - s\u00e3o not\u00e1veis, particularmente o uso da marimba na sec\u00e7\u00e3o \"E\" e a resolu\u00e7\u00e3o final triunfante que une todas as vozes numa conclus\u00e3o poderosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em <em>\u00daltimo comboio para casa<\/em> - sem d\u00favida a pe\u00e7a mais aclamada e reconhecida de PMG - Metheny introduziu, pela primeira vez na hist\u00f3ria da m\u00fasica, o som da c\u00edtara el\u00e9ctrica como a voz principal de uma composi\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s do som, o compositor cria imagens visuais v\u00edvidas, permitindo-nos sentir o movimento nost\u00e1lgico de um comboio de regresso a casa.<\/p>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 talvez um dos aspectos mais marcantes da m\u00fasica de Metheny: a sensa\u00e7\u00e3o de movimento constante, de viagem em dire\u00e7\u00e3o a algo novo, de descoberta, de absor\u00e7\u00e3o de diferentes culturas, contextos e imagens inspiradas pela pr\u00f3pria vida - o palco, a estrada, as viagens e as mem\u00f3rias. At\u00e9 as capas dos seus \u00e1lbuns reflectem esta ideia: fotografias de estradas, paisagens ou conjuntos de momentos aparentemente aleat\u00f3rios comprimidos, criando uma nova realidade nascida de fragmentos da experi\u00eancia vivida. Os pr\u00f3prios t\u00edtulos dos \u00e1lbuns reflectem esta viagem: <em>Viagens<\/em>, <em>Natureza morta (Falar)<\/em>, <em>Hist\u00f3ria Secreta<\/em>, <em>O caminho para si<\/em>, <em>Consigo ver a tua casa daqui<\/em>, <em>Vivemos aqui<\/em>, <em>Para al\u00e9m do c\u00e9u do Missouri<\/em>, <em>Dia imagin\u00e1rio<\/em>, e <em>Um mapa do mundo<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta ideia de regresso a casa, entrela\u00e7ada com a saudade, tamb\u00e9m se encontra na faixa-t\u00edtulo do pr\u00f3ximo lan\u00e7amento da PMG - outro vencedor de um Grammy - <em>Carta de casa<\/em>, tocada na sua guitarra soprano.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O Trio e os Padr\u00f5es<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 1990, Metheny regressou ao formato de trio, desta vez com Dave Holland e Roy Haynes, em mais um \u00e1lbum vencedor de um Grammy, <em>Perguntas e respostas<\/em>. Neste ambiente mais \u00edntimo e enraizado na tradi\u00e7\u00e3o, mistura standards de jazz com composi\u00e7\u00f5es originais, todas gravadas num \u00fanico dia de est\u00fadio.<\/p>\n\n\n\n<p>A abordagem de Metheny aos standards revela uma linguagem muito pessoal: fraseado virtuos\u00edstico subdividido em semicolcheias, mantendo sempre a sensa\u00e7\u00e3o carater\u00edstica do swing bebop. As suas linhas polirr\u00edtmicas, ricas em cromatismo, deslocam-se frequentemente para baixo, sugerindo dois registos mel\u00f3dicos simult\u00e2neos numa \u00fanica linha. Um destaque \u00e9 <em>Pessoas idosas<\/em>, onde Holland e Haynes fornecem um acompanhamento flex\u00edvel que evita o walking bass convencional ou o swing evidente, permitindo a Metheny apresentar um solo inspirado com linhas simples, auto-acompanhamento, ritmo e melodia, tudo imbu\u00eddo de uma inten\u00e7\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o not\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A capacidade de Metheny de interpretar standards e pe\u00e7as originais com a mesma coer\u00eancia revela a sua identidade profundamente individual. O resultado \u00e9 uma homogeneidade invulgar, que une tradi\u00e7\u00e3o e modernidade de uma forma subtil e magistral. Nesta altura, a \u00fanica quest\u00e3o que permanece sobre este m\u00fasico e a sua m\u00fasica \u00e9 simples: haver\u00e1 limites para tanta inspira\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e surpresa?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Inspira\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 1992, Metheny entrou em est\u00fadio com o seu pr\u00f3prio nome, acompanhado pela Orquestra Sinf\u00f3nica de Londres, para gravar aquele que \u00e9 provavelmente o seu trabalho mais pessoal e emocional. <em>Hist\u00f3ria Secreta<\/em> (vencedor de um Grammy) revela uma vasta paisagem musical que abre inesperadamente com um coro de crian\u00e7as cambojanas e se desdobra em narrativas on\u00edricas e paisagens sonoras que atraem o ouvinte para o seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio Metheny considera algumas das pe\u00e7as deste \u00e1lbum entre as mais importantes e pessoais de sua vida. Muitas delas foram escritas durante o per\u00edodo em que viveu no Brasil, onde tamb\u00e9m comp\u00f4s v\u00e1rias obras para ballet.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a composi\u00e7\u00e3o <em>A verdade ser\u00e1 sempre<\/em>, Metheny disse que sente uma forte liga\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es pessoais pr\u00f3ximas do seu cora\u00e7\u00e3o. A simplicidade harm\u00f3nica da pe\u00e7a, combinada com as suas sonoridades marcantes, a sua rica paleta t\u00edmbrica e o ritmo de marcha da bateria, envolve e transporta o ouvinte, preparando o caminho para um solo elevado executado num estilo mais tarde descrito como \u201cgaivotas voadoras\u201d. O desenvolvimento deste solo real\u00e7a uma carater\u00edstica musical particular que distingue Metheny de todos os outros - a sua capacidade de transmitir emo\u00e7\u00f5es e partilhar imagens musicais. De facto, a procura de um motivo, frase ou padr\u00e3o intervalar espec\u00edfico nos seus solos \u00e9 muitas vezes in\u00fatil: a sua express\u00e3o transcende os par\u00e2metros puramente musicais, sem estar limitada pelas estruturas convencionais do jazz.<\/p>\n\n\n\n<p>Na obra de Metheny, n\u00e3o encontramos a repeti\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica de motivos mel\u00f3dicos ou r\u00edtmicos, dispositivos acordais alargados ou uma execu\u00e7\u00e3o \u201cexterior\u201d deliberada. N\u00e3o porque estejam ausentes, mas porque o seu fraseado n\u00e3o \u00e9 um processo estritamente mental. Como ele pr\u00f3prio diz, todos n\u00f3s temos a capacidade de \u201cimprovisar\u201d as nossas frases quando falamos com os outros sem pensar conscientemente em verbos, adjectivos ou pronomes. Um bom improvisador - algu\u00e9m que estudou harmonia durante anos - simplesmente \u201ctoca\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas suas pr\u00f3prias palavras:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cSwing \u00e9 tudo o que acontece - e <em>o caminho<\/em> acontece - entre as notas\u201d.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Em 1993, o PMG regressou com <em>O caminho para si<\/em>, seguido de <em>Vivemos aqui<\/em> em 1995, o que valeu ao grupo o s\u00e9timo Grammy consecutivo - um feito sem precedentes em qualquer g\u00e9nero musical.<\/p>\n\n\n\n<p>Haver\u00e1 mais, Sr. Metheny? Ainda mais?<\/p>\n\n\n\n<p>Sim... muito mais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pat_Metheny\">Wikip\u00e9dia: Pat Metheny<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Pat Metheny: <em>Livro de can\u00e7\u00f5es de Pat Metheny<\/em> (Hal Leonard Corporation)<\/p>\n\n\n\n<p><em>Novo Dicion\u00e1rio Grove<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.patmetheny.com\/biography2.cfm?artistid=1\">Site oficial de Pat Metheny<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pat Metheny: Life and Work (Part I) The vast and diverse body of work of Pat Metheny demonstrates an exceptional ability to create and adapt to multiple contexts in both composition and guitar performance. His pioneering spirit and experimental approach made him a visionary. 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